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Reorganização na Europa A congregação dos Missionários Clarerianos, a nível mundial, organiza-se em Províncias e Delegações.
Jovens com raízes Sendo fã do Papa Francisco, dá-me gozo acompanhar o seu Magistério. Por P. Abílio Pina Ribeiro.
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Pedrógão Grande, Portugal. Juntos, ao lado dos que mais precisam!
Assembleia da DDASTP 2017 São Tomé, São Tomé and Príncipe. 16 Claretianos da Delegação Dependente de Angola e São Tomé e Príncipe.

Congregação

Missa na Fronteira

Ciudad Juárez, México. Para recordar os migrantes mortos e todas as vítimas da migração forçada, tanto da fronteira do México-Estados Unidos, como de outras partes do mundo, no dia 5 de novembro de 2016, os Claretianos participaram da Missa na fronteira binacional que cada ano celebram as dioceses de Ciudad Juárez, México, El Paso e Las Cruces, Estados Unidos.

A celebração foi feita no canal do Rio Grande (Rio Bravo) perto da ponte internacional 'Paso del Norte' e foi presidida por D. Mark Seitz, bispo de El Paso e concelebrada por D. René Blanco, representando a diocese de Ciudad Juárez, sacerdotes, religiosas, religiosos e uma nutrida representação do Povo de Deus.

Também estiveram presentes o bispo de Alepo (Síria), que está acompanhando os refugiados do Oriente médio e pastores de outras igrejas cristãs, especialmente da igreja luterana, assim como o Instituto Esperança, Casa do Migrante e outras organizações civis.

O desejo é que esta celebração e outras muitas ações, pessoais e coletivas, contribuam para a criação de uma humanidade mais fraterna, mais acolhedora. Por todos e todas as vítimas da migração, continuemos unidos dizendo com nossos atos: "Não à indiferença para com nossos irmãos migrantes".

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Claretianos têm um novo Governo para toda a Congregação

 

 

 

A Congregação dos Missionários Claretianos elegeu o novo Governo Geral que reside em Roma e desenvolve os seus
trabalhos pelo mundo. Nesta equipa a Província de Portugal conta com a presença do P. Artur Teixeira, que até então
foi Superior Provincial em Portugal. Votos de bom trabalho e frutuoso apostolado.

Congresso para formadores no Ano da VC

CONGRESSO INTERNACIONAL DE FORMADORES/AS PARA A VIDA CONSAGRADA

“Viver em Cristo, de acordo com a forma de vida do Evangelho”, (Perfectae Caritatis, n.º 2).

Sob o lema: Formados para a vida consagrada, no coração da Igreja e do mundo, decorreu, de 7 a 11 de Abril, em Roma, o Congresso internacional de formadoras/es para vida consagrada. Tomaram parte do evento aproximadamente 1.400 participantes, provenientes de todo o mundo e de 500 carismas diferentes, e mais de 60 voluntários entre organizadores e facilitadores.

A iniciativa, a promoção e a implementação do congresso esteve a cargo da Congregação para os Institutos de Vida Consagrada e as Sociedades de Vida Apostólica, e decorreu no quadro dos 50 anos do Decreto sobre a renovação da vida religiosa ( perfectae caritatis) e do ano da vida consagrada.

O objetivo do congresso foi o de convocar as diversas culturas, para refletirem sobre os fundamentos da identidade da vida consagrada na Igreja e no mundo e sobre as exigências formativas nos contextos contemporâneos.

O simpósio, começou na noite do dia 7, com a vigília de oração, que decorreu na Igreja paroquial São Gregório VII, em Roma.

Esta liturgia, teve início às 20h30, foi presidida por D. José Rodríguez Carballo, OFM, Arcebispo Secretário da Congregação, e contou com a presença do Cardeal João Braz de Aviz, Prefeito da Congregação para os Institutos de Vida Consagrada e Sociedades de Vida Apostólica.

Do dia 8 em diante, os temas, abordados em estilo de conferências, foram vários:

Assim o Cardeal João Braz de Aviz, no ato de abertura dos trabalhos falou de – Olhar o passado com gratidão, viver o presente com paixão, abraçar o futuro com esperança. Na ocasião, o Prefeito da Congregação para os Institutos de vida consagrada e Sociedades de vida apostólica convidou os religiosos e as religiosas a considerarem o Evangelho como o «vademecum» do consagrado, tal como o foi para os fundadores e as fundadoras, e a encarnar a boa nova nos contextos geográficos e culturais atuais, que hoje aguardam a sua missão. Um desafio, frisou, sobre o qual é necessário refletir, sobretudo neste ano dedicado aos consagrados.

O purpurado evidenciou que, para enfrentar este desafio, os consagrados têm à disposição algumas linhas-guia como referência, em particular o Concílio Vaticano II e o magistério dos Pontífices. O Papa Francisco, recordou o cardeal, definiu aquela assembleia conciliar como uma lufada de ar fresco do Espírito Santo para toda a Igreja. Graças a ele – acrescentou – a vida consagrada iniciou um caminho fecundo de renovação que, com as luzes e sombras, foi um tempo de graça, marcado pela presença do Espírito». O Papa, frisou, orienta também, neste “olhar para o passado com gratidão,” a viver o Ano da vida consagrada como uma ocasião, inclusive para confessar com humildade, e juntamente com grande confiança em Deus-amor, a própria fragilidade e para a viver como experiência do amor misericordioso do Senhor; mas também como oportunidade para gritar com força ao mundo e testemunhar com alegria a santidade e a vitalidade presentes na maior parte de quantos foram chamados a seguir Cristo na vida consagrada.

Depois desta intercessão de abertura seguiram-se outras tantas conferências, das quais destacaremos apenas os títulos.

- Tende em vós os mesmos sentimentos de Jesus Cristo (Fil 2,5): com o coração do filho, pelas estradas do mundo.

- Até que Cristo seja formado em vós (Gal 4,19): formados pelo Pai para toda a vida, no poder do Espírito Santo.

No dia 9, abordámos os seguintes temas:

- Nele somos escolhidos, chamados e redimidos (Ef 1,4-7): o processo de formação e unificação em Cristo, em prol do mundo.

- Não compreendeis ainda? (Mc 8,21): da docilidade à capacidade de se deixar ensinar, trabalhar e aprender.

O período de tarde do dia 9 foi consagrado às oficinas/workshop. Os grupos, constituídos no máximo por 30 pessoas, foram formados segundo as diversas línguas.

O dia 10 foi dedicado aos seguintes temas:

- Que a vossa caridade cresça sempre mais, em conhecimento e em pleno discernimento (Fil1,9): no estilo do Evangelho, testemunhas alegres nas periferias do mundo.

- Já estive lá muitas vezes e conheço bem todos os caminhos e tenho-os percorrido com frequência (Tob5,6): a formação dos formadores, a necessidade de cada Instituto aplicar programas de formação, critérios e objetivos.

O período da tarde foi dedicado à apresentação de experiências, diálogo e confronto. Foi uma ocasião propícia de ver e ouvir iniciativas, vindas de diversos quadrantes.

O dia de sábado 11 abriu com a celebração eucarística, na Basílica papal de São Pedro. Foi presidida por Sua Eminência o Card. João Braz de Aviz.

Depois da celebração eucarística, os formadores foram recebidos pelo Santo Padre, numa audiência que teve lugar na Sala Paulo VI.

Após a saudação do Cardeal, Dom João Braz de Aviz, Prefeito do Organismo do Vaticano, o Pontífice pronunciou um discurso, partindo do tema do Congresso: “Viver em Cristo, segundo a forma de vida do Evangelho”:

“Queria manter este encontro convosco, pelo que são e representam, como educadores e formadores, e também porque, através de vós, vejo os vossos e nossos jovens, protagonistas de um presente, vivido com paixão, e promotores de um futuro repleto de esperança; jovens que, impelidos pelo amor de Deus, buscam na Igreja os caminhos para o assumir na própria vida. Sinto a presença deles aqui e a eles dirijo meu pensamento carinhoso”.

Ao ver o numeroso grupo de jovens presente na Sala Paulo VI, o Papa disse que “nem parece que há crise vocacional”, não obstante a sua evidente diminuição na Igreja, o que torna ainda mais urgente a tarefa da formação à Vida Consagrada.

No entanto, o Sumo Pontífice exprimiu a sua convicção de que não haveria crise vocacional, se os consagrados fossem capazes de transmitir, com o testemunho pessoal, a beleza da consagração. É esta a importância da missão dos formadores, aos quais o Santo Padre recordou:

“Os formadores não são apenas mestres, mas, sobretudo, testemunhas do seguimento de Cristo, segundo o próprio carisma, que pode ser redescoberto, graças à alegria de serem discípulos de Jesus. Por isso, esmerem-se sempre na formação pessoal, que nasce de uma forte amizade com o único Mestre”.

A vida Consagrada é bela, frisou o Pontífice! Ela é um dos tesouros mais preciosos da Igreja, e decorre da vocação batismal! É gratificante ser formador! É compensador participar na obra do Pai! Tal tarefa não deve ser vivida como um peso, mas como um serviço, uma missão. É importante formar na linha da missão, da paixão pelo anúncio, partindo até atingir as periferias do mundo, para evangelizar os pequenos e os pobres. E o Papa concluiu, exortando:

“Obrigado, queridos formadores e formadoras, pelo vosso serviço humilde e discreto, pelo tempo que dispensam à escuta, ao acompanhamento e ao cuidado dos jovens. Não poupem tempo nem energias nesta missão. Não desanimem perante os insucessos e a falta imediata de resultados. Saibam que Jesus os acompanha sempre com amor e a Igreja lhes está agradecida!

Ainda no dia de sábado, a tarde foi consagrada ao tema da formação na visão interdicasterial.

As metodologias utilizadas foram diversas e permitiram a possível a participação de muitos, senão mesmo de todos. Porque, para além das conferências, tivemos momentos de reflexão em pequenos grupos de cerca de 10 pessoas. Intercalavam-se perguntas e respostas. Levaram-se aa cabo também momentos de oficinas/workshops, em que foi entregue um tema a cada grupo, formado por 30 pessoas, no máximo.

Entre os diversos assuntos tratados, podemos citar os seguintes:

O congresso foi apresentado como uma leitura bíblica, sob a visão do formador/a. Isto refletiu-se nos temas propostos e apresentados, todos eles extraídos da Bíblia.

Por isso, os traços pedagógicos e formativos propostos não tiveram outro ponto de referência a não ser a pessoa de Jesus Cristo e dos seus discípulos.

Daí o interesse em os partilhar, sobretudo os seguintes:

Ao interpretar o texto do Dt 32, 10-11, foi-nos mostrado como Deus se tinha comprometido na obra de educação do povo de Israel. Deus educa-o, sustenta-o, cuida dele como a menina dos olhos. Três verbos: educar, sustentar e cuidar indicam a obra do Deus educador do seu povo, que havia encontrado numa terra deserta de solidão. Esta fase é considerada o primeiro momento de formação: educar, tirar para fora, (ex-ducere), tudo o que cada um traz no mais profundo de si mesmo. As suas limitações, as suas possibilidades são potenciadas, de modo que aumentem e a pessoa, através de um processo educativo/formativo, alcança a estatura de Cristo, como o apóstolo Paulo pede a cada cristão.

No entanto, este processo que consiste extrair e desenvolver os limites e as qualidades do formando, não constitui um êxito do formador, mas uma tarefa e mérito de Deus. É Deus que faz vir ao de cima tudo o que de belo há no coração de cada pessoa e também todo o que necessita ser transformado e purificado, de modo que o homem e a mulher, em formação inicial e continua, cresçam progressivamente como pessoas no seguimento de Cristo, num determinado carisma.

Mesmo assim, Deus não diminui a importância da obra dos/as formadoras/os, que consiste fundamentalmente em colocar os que entram no processo de formação em condições tais que se deixem transformar por Deus, que deseja ardentemente formar os seus filhos. É aqui que podemos situar a grandeza do Formador/a: ser ponte. Neste sentido, o formador/a é um verdadeiro pontífice, entre a liberdade do homem e da mulher, que necessita ser educada, e a liberdade de Deus, que deseja transformar os formandos de terra deserta e da solidão tórrida da estepe para os conduzir sob as suas asas. Contudo, o formador/a deve também velar pelo ninho, para que os pequenos (formandos) não sejam devorados pelas aves de rapina ou pelos lobos. Por isso, os formadores devem cuidar com máxima solicitude dos irmãos e irmãs que lhes foram confiados, sem nunca pretender tirar o lugar a Deus educador.

O texto dos Filip. 2, 5ss, ajuda a entrar naquele que foi chamado de coração a entrar no processo formativo e no conceito básico da formação. A formação não consiste fundamentalmente em encher a cabeça da pessoa de conceitos ou ideias. Se assim fosse, estaríamos a contribuir para formar monstros, e não pessoas consagradas. A formação visa que se assimilem progressivamente os sentimentos de Cristo para com o Pai (cfr. VC 65).

Por isso, o processo formativo não termina nunca e deve assumir o conceito de totalidade . Deverá ser formada a pessoa toda, nos vários aspetos da sua individualidade, tanto nos comportamentos como nas intenções. Exatamente porque tende à transformação da pessoa toda. Importa, de facto, que às pessoas consagradas sejam oferecidas, até ao fim, oportunidades de crescimento na adesão ao carisma e à missão do próprio Instituto. Assim, todos os formadores/as são chamados/as a continuarem em formação até à morte, quando por misericórdia de Deus todos formos transformados na imagem do Filho (cfr. Rm 8,29). Através do texto de Lc 24,13-35, fomos introduzidos numa das mediações mais importantes da formação: o acompanhamento, que foi considerado uma missão essencial do/a formador/a, durante todo o processo formativo, isto é, mesmo depois da formação inicial.

No itinerário do acompanhamento, o formador deve, com muita discrição e respeito pelo caráter sagrado da pessoa que lhe foi confiada, tem de se tornar presente na vida do formando. Para a vida religiosa consagrada, não existe uma formação virtual ou à distância, talvez com algumas lições presenciais! Não! A formação exige uma presença discreta sim, mas também continua, seja por parte do formando, seja do formador. Isto exige que o formador/a assuma a formação como um ministério exclusivo. Os/as formadores/as não podem aceitar outros encargos que ponham em perigo a sua presença na vida do formando.

Por outro lado, o formador tem que fazer todos os possíveis para que os formandos falem da sua vida, das suas angústias, fracassos, esperanças e êxitos. O formador não pode fazer sempre de mestre, dizendo: ‘Eu sei que situação estás a viver, eu sei, eu sei, eu sei. Como Jesus, o formador também tem que interpretar, a partir da experiência, e não repetindo uma lição aprendida de memória. Não é formador quem faz somente o papel de mestre ou possui muitos títulos. Isso será um professor, mas não um formador. É formador quem transmite uma experiencia de vida e testemunha um caminho concreto do seguimento de Cristo. E é ótimo formador quem ao testemunho e à experiência de vida une uma boa preparação técnica.

O processo formativo deve levar o formando a tomar as suas próprias decisões, em liberdade e plena responsabilidade.

Foram muito sublinhadas as necessidades do acompanhamento e discernimento dos candidatos; a formação e atualização dos formadores e a formação contínua ordinária de todos/as os religiosos/as, que se realizam todos os dias da nossa vida e pressupõem uma disponibilidade atenta e inteligente para deixar-se formar, em cada momento da vida, por cada situação existencial, agradável ou não, e por cada mediação humana. Trata-se da famosa docibilitas. E sem descurar a formação extraordinária e eventual. Tudo, para que o Pai forme continuamente no/a consagrado/a os sentimentos e a imagem do filho.

Enfim, o encontro constituiu um tempo que permitiu cobter um compromisso valioso para conhecer as diferentes perspetivas da formação e um período de estudo, reflexão, oração e crescimento sobre a forma como lidar com os novos desafios, no momento presente. Vivemos também uma rica e saborosa experiência de comunhão entre os vários Institutos de Vida Consagrada

Roma, 13 de Abril 2013

Gabriel Isaías, cmf

Renovação de votos em terras de Sua Magestade

No passado 16 de Julho, festa do 166.º aniversário da fundação da Congregação Claretiana, o Est. João Carriço renovou os votos de pobreza, obediência e castidade (que emitiu pela primeira vez no Cacém, há precisamente um ano), desta vez na paróquia do Imaculado Coração de Maria em Hayes - Londres (Inglaterra).

Por se encontrar, neste Verão, na comunidade claretiana de Buckden, a estudar e praticar o inglês, este nosso estudante lusitano professou numa das duas línguas oficiais da Congregação, nas mãos do P. Christopher Newman, Superior do Reino-Unido/Irlanda por delegação expressa do P. Artur Teixeira (Superior Provincial).

Ao Est. João dsejamos as melhores bênçãos e felicidade-fidelidade.

Durante os próximos três meses, renovarão votos os outros Estudantes professos da Província Portuguesa que foram aprovados para este importante passo nas suas caminhadas formativas. Já daremos aqui eco desses momentos celebrativos.

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