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Assembleia da DDASTP 2017 São Tomé, São Tomé and Príncipe. 16 Claretianos da Delegação Dependente de Angola e São Tomé e Príncipe.

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Cruzencuentro 2017

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Seis foram os portugueses que se dirigiram a Los Molinos (Espanha) para participarem no Cruzencuentro 2017, que decorreu do dia 27 ao 29 de outubro de 2017 com o tema “Te doy mi Palabra”. Este Cruzencuentro tencionava, num primeiro momento, fazer reviver todos os Cruzencuentros desde 2003, para depois juntar num só dois dos pilares da envangelização: a Palavra e Maria.

Acolhidos pela equipa e amigos Claretianos, iniciavamos o encontro com uma dinâmica de apresentação e um momento de oração onde cada um exprimiu a frase/palavra bíblica com mais significado na sua vida. A Palavra, revelada na Bíblia (que significa “biblioteca” em Grego), é o alimento da nossa fé e bússola para a vida. Como pilar fundamental na vida cristã, a pergunta que se coloca é “O que sabes da Palavra? O que queres saber da Palavra?”.

Fomos ainda interpelados sobre a vida de Maria e o seu exemplo do “Sim”. Seriamos nós capazes de dizer Sim? Maria imaculada, mãe de Jesus, discípula e missionária, “o que sabemos nós sobre ti? O que queremos saber?” O exemplo de vida dos consagrados e as várias opções vocacionais prolongam a maternidade de Maria e permitem que o seu “Sim” se mantenha vivo e presente nos dias de hoje.

Tal como Maria, que acolhia, meditava e orava tudo no seu Coração, na manhã do sábado, em família Claretiana, peregrinamos até à ermita de Nossa Senhora dos Espinhos, enquanto rezávamos o Terço. Na ermita oferecemos um ramo composto de flores que fomos apanhando pelo caminho e pelas preces que surgiram no grupo. Ao longo do caminho fomos interpelados com as questões “Em que momento da vida estás? A quem te sentes enviado? Até onde te chama a caminhar?”, a um momento de reflexão pessoal, partilha de vida e do estado de espírito de cada um. Depois do almoço no recinto da ermita, voltámos para a casa onde concluímos a peregrinação com a celebração da Eucaristia.

À noite fomos convidados a esquecer todo o barulho do dia-a-dia, a esquecer as inquietações, preocupações e mágoas, para poder encontrar o silêncio. Assim, a exemplo de Maria e por meio da Lectio Divina, meditámos e contemplámos a Palavra, deixando que ecoe bem no nosso interior.

No Domingo, descobrimos algumas ferramentas modernas que permitem adaptar a proposta da oração pessoal às circunstâncias da vida e às exigências de mobilidade que a caracteriza, que possibilitam fazer de cada lugar um lugar de encontro com Deus, partilhando e transmitindo a Palavra áqueles que nos rodeiam. De forma simples foram-nos apresentadas algumas aplicações de smartphone como a aplicação Passo a Rezar, Palavra e Vida NF, Rezandovoy, ClickToPray e a página da internet Ciudad Redonda. Por intermedio de outras aplicações descobrimos também a possibilidade de rezar pelos que nos são mais próximos, pelo mundo em geral e por situações pontuais. Para descobrirmos mais sobre as vocações e resposta à nossa missão foi também apresentado o site www.buscoalgomas.com.

Damos graças ao Senhor pela grandeza de Maria na sua maternidade divina, pelo seu exemplo de fé através da oração, contemplação e gestos de serviço. Agradecemos a alegria que levamos nos nossos corações, pelas pessoas consagradas que cruzam o nosso caminho, por tudo o que aprendemos sobre a Palavra.

Cláudia Farias, Marta Pires, Miguel Rodrigues, Paula Santos, Sónia Réquio e João Carriço cmf

Apoio às vítimas dos Incêndios!

Na sequência dos incêndios que assolaram o nosso país em junho e em outubro de 2017, os voluntários da PROCURA recolheram vários materiais de primeira necessidade para posteriormente distribuir em Pedrógão Grande e em Tondela, a saber: material de higine, material de saúde, produtos alimentares, roupa de cama, árvores de fruto e alfaias agrícolas. Em várias comunidades, paróquias... como foi o caso da Paróquia de Mira-Sintra foi divulgada a ação e angariados alguns em fundos para comprar árvores de fruto e alfaias agrícolas.

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Queremos agradecer a todas as comunidades o apoio a esta causa que tanto nos toca, bem como a todos os amigos e benfeitores da PROCURA que nos fizeram chegar o seu contributo. Os materiais recolhidos e comprados com os fundos angariados já foram distribuídos ao longo deste tempo em três saídas: 18 de novembro, 8 de dezembro e 10 de Janeiro. Os grupos de voluntários deslocaram-se a estes locais para entregar os materiais em mão a muitas pessoas afetadas pelos incêndios. Também foi entregue à Cáritas o valor concedido a esta causa em nome dos Missionários Claretianos.

 

Para terminar deixamos um testemunho da Bárbara Silva que nos mostra o sentimento geral de todos os voluntários da PROCURA envolvidos nesta ação.

"As pessoas com quem contactamos, na sua maioria, perderam tudo: a casa, os bens e as lembranças fotográficas... ficam as recordações da mente e as histórias que se podem contar na primeira pessoa. Mas, apesar de tudo isto, continuam muito genuínas aceitando o que poderíamos dar e lembrando também outras pessoas que precisavam tanto ou mais que elas. Esta cumplicidade e solidariedade de quem nada tem e ainda se encontra preocupado com os outros que também não têm nada, foi o que mais nos marcou.

As pessoas neste momento, segundo a minha perspectiva, estão preocupadas em ter as suas casas de volta, mas acima de tudo, a sua Vida de volta, ou seja, querem voltar a ter os seus animais, as galinhas, o cão, entre outros, para continuarem as suas rotinas diárias. Para nós, ficam as memórias do que vimos, as vozes e histórias que ouvimos, a vontade de voltar e continuar a amparar e a nossa súplica a Deus que dê força a quem dela precisa".

 

TESTEMUNHOS:

Alexandra Alves: “Penso que nos tocou a todos. De uma maneira ou de outra houve momentos que preferimos viver na ignorância e não ver de frente a realidade aqui tão perto.”

António Rocha: “É uma sensação muito boa perceber que o nosso contributo foi uma ajuda simbólica mas fundamental, deu esperança, trouxe alegria e conforto a quem viveu o terror daqueles dias”.

Bárbara Silva: “As pessoas continuam muito genuínas aceitando o que poderíamos dar e lembrando também outras pessoas que precisavam tanto ou mais que elas. Esta cumplicidade e solidariedade de quem nada tem e ainda se encontra preocupado com os outros que também não têm nada, foi o que mais nos marcou.”

Carlota Silva: “É difícil compreender como é que as pessoas que sofreram tanto e cujos bens estão inteiramente ardidos, têm a capacidade e a força de sorrir sem qualquer esforço e continuarem a preocupar-se com os amigos ou apenas os conhecidos ‘tem a certeza que isto não é necessário mais noutra casa’.”

Catarina Rodrigues: "Dar de caras com todo aquele cenário negro e devastador doeu. Doeu ainda mais perceber o trauma que deixou naquelas pessoas. Por isso, senti que os bens materiais que entregámos e as árvores que lá plantámos foram uma grande ajuda, mas que a ajuda maior que lhes levámos foi, na realidade, a da nossa presença."

Débora Cardoso: "Quando chegámos e nos deparámos com a destruição, por momentos, pensei que não seria capaz de encarar a realidade. Nunca esquecerei os rostos das gentes, do seu sofrimento, mas também da sua esperança."

Daniela Carvalho e Rúben Pedroso: “Quando chegámos ao local, admitimos algum susto perante o que vimos… tudo cinzento, árvores queimadas, casas ardidas, carros e tratores destruídos por chamas. Irreconhecível! O que demorou a construir numa vida, foi destruído em minutos. O que mais nos marcou foi a solidariedade e companheirismo daquelas pessoas: tinham acabado de perder tudo, mas o vizinho da rua em cima precisava mais, devíamos ir lá primeiro.”

Filipa Henriques: “Desde abraços carregados de sofrimento a palavras sentidas de gratidão, o dia tem muita cor apesar do cenário negro. Vai-se notando o árduo recomeço, a luta pela vida."

Natália Almeida: “Dentro de mim algo dizia que a missão é vencer as dificuldades, com Amor. Não posso viver sossegada os meus dias, quando ao "meu lado" o meu próximo vive o drama de ficar sem quase nada. E foi por isso que aceitei ser mais um "Simão de Cirene".

Palmira Lacerda: “Vi pessoas felizes e agradecidas por estarem vivas depois do terror que viveram com as chamas a consumirem tudo. Tocou me a simplicidade e humildade com que nos abordaram e receberam a ajuda.”

Paula Santos: “O que despertou mais atenção foi a necessidade de falar das pessoas… a partilha do que viveram e como vão renascendo pouco a pouco. Muitos dizem que a terra não será a mesma. Mas gostei do seu acolhimento com sorrisos genuínos”.

Pedro Ginja: "Tinha muita vontade de conhecer esta realidade. Queria estar. Queria falar. Queria ajudar quem sofreu. Quem perdeu… Acabei por me aperceber que todos perderam, todos sofreram, todos choraram. Os bens materiais ficaram como símbolo de ajuda. As emoções e as pessoas vieram no nosso coração.

Rui Oliveira: “Esta ação fez-me sair da minha zona de conforto e poder ajudar outros de uma forma mais direta”.

Telma Colaço: “Foi um dia diferente de ajuda ao próximo, de missão de levar um pouquinho de generosidade, de perceber que de um momento para o outro podemos passar por momentos mais difíceis, momento de entreajuda e de crescimento pessoal."

Obrigado a todos pela grande colaboração!

 

Histórias com perfume!

Esta história contou-a o Santo Padre.

Estava um refugiado à procura de uma rua, na cidade de Roma, quando uma senhora o abordou:

- Em que posso ajudá-lo?
- Quero ir para a Praça de São Pedro a fim de atravessar a Porta Santa.

Ao ver o pobre homem descalço, a senhora ficou a pensara como conseguiria ele sem sapatos caminhar até ao Vaticano. Chamou um táxi. O refugiado cheirava mal e o taxista resistia a deixá-lo entrar, mas acabou por ceder. Sentada ao lado do refugiado, a senhora quis saber a sua história e, durante os dez minutos da viagem, ouviu toda a odisseia de sofrimento, perseguição, insegurança e fome. Quando abriu a bolsa para pagar. o taxista antecipou-se: "Não, senhora, eu é que devia pagar-lhe a si, porque me fez ouvir uma história que mudou o meu coração"

No priincípio, o mau cheiro dos refugiados incomoda-nos, mas depois a caridade "perfuma-nos" a alma, converte-nos, transfigura-nos.

 

 

 

 

 

Campanha de papas e leite em pó!

A PROCURA - Missões Claretianas, durante vários meses manteve aberta a campanhade de recolha de materiais para "Ajuda a Casa Claret 2017".

Neste momento, apensar de termos concluido esta campanha e o Crowdfunding do "Gerador Solidário", continuam... abertas 3 campanhas de solidariedade para com os que mais precisam em Portugal e em São Tomé.

Desde o mês de Outubro de 2016 a Março de 2017 decorreu a maior campanha da PPROCURA, em ordem ao envio de colaborações para a Caritas de São Tomé e Príncipe e para Casa Claret. Obrigado a todos os voluntários e colaboradores que incansavelmente nos ajudaram nesta grande tarefa.

Entretanto também decorreu o Crowdfunding Novo Banco para o "Gerador Solidário" em apoio às crianças que frequentam a Escolinha e a Sala de Informática na Trindade, São Tomé. Graças a um grande número de benfeitores foi possível angariar o valor necessário para a compra e envio deste Gerador que fará concerteza uma grande diferença na vida destas crianças e de todos os que gozarem daqui em diante em participar na Escolinha, na Sala de Informática e outras atividades de voluntariado ligadas a Casa Claret. Um grande obrigado a todos os benfeitores e amigos que se juntaram a nós nesta inciativa. Em breve o gerador seguirá até São Tomé. Podemos seguir mais notícias e fotos no Site e no Facebook da PROCURA.


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Testemunho da 1ª Profissão Religiosa

Que importa ao homem ganhar o mundo inteiro, se se perde a si próprio” (Mt 16,26). – Está é a frase que eu escolhi para a minha primeira profissão, que sucedeu no dia 13 de Setembro de 2015, no Santuário do Coração de Maria, Carvalhos.

Desde muito jovem sentia que de nada me serve ganhar o mundo, se não sou capaz de olhar para o próximo e obrar em caridade.

Pouco a pouco fui crescendo e dando pequenos passos na minha caminhada. Sentia que Deus me chamava. Depois de sentir esta inquietação vocacional comecei a encontra-me com os Missionários Filhos do Imaculado Coração de Maria, onde descobri o projeto de Deus para a minha vida.

Nos dois primeiros anos de formação, vivi no Seminário do Coração de Maria dos Carvalhos, onde fui crescendo e adquirindo os primeiros conhecimentos espirituais e teológicos. Fiz também o postulantado e em seguida embarquei numa nova etapa da minha vida, o noviciado. Foi nesta etapa que fortaleci a minha relação com Deus, enriqueci os meus conhecimentos sobre a congregação e reforcei a vivência da vida comunitária.

No meu ano de noviciado, em Granada, eramos quatro jovens de nacionalidades diferentes: Americana, Espanhola, Portuguesa e Russa. Esta pluralidade foi grande motivo de enriquecimento. Mesmo sendo de nacionalidades diferentes, todos tínhamos o mesmo objetivo, seguir os passos de Jesus Cristo no mundo à maneira de Santo António Maria Claret.

Um Filho do Imaculado Coração de Maria é um homem que arde em caridade e abrasa por onde passa. Deseja eficazmente e procura por todos os meios inflamar o mundo no fogo do divino amor. Nada o detém: alegra-se nas privações, enfrenta os trabalhos. Abraça os sacrifícios, compraz-se nas calúnias, alegra-se nos tormentos e dores que sobre e gloria-se na cruz de Jesus Cristo. Não pensa senão em como seguir e imitar Cristo na oração, no trabalho e no sofrimento, procurando sempre e unicamente a maior glória de Deus e a salvação dos homens” (CC 9)

Para todos Deus tem um projeto de vida. É preciso abraça-lo e ama-lo até ao limite. Será que já descobriste qual é o projeto de Deus para ti?

Adão da Costa Chaves, Cmf.

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