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Assembleia da DDASTP 2017 São Tomé, São Tomé and Príncipe. 16 Claretianos da Delegação Dependente de Angola e São Tomé e Príncipe.
Encontro em Sevilha Dos Hermanas, Espanha. Encontro de Claretianos de Bética, Portugal e Reino Unido.
Assembleia Provincial 2017 Os membros da Província Claretiana a trabalhar em Portugal reuniram-se em Fátima, de 18 a 20 de Abril de 2017.

P. César Sacramento e P. Miguel Lino

No dia 18 de Janeiro de 2015, numa manhã de euforia e agitação dos fiéis, em que todos os membros da paróquia procuravam ver finalmente o espetáculo e avaliar o seu trabalho na organização dos festejos, o céu estava pardacento, repleto de nuvens e a ameaçar chuva, chegando mesmo a derramar algumas lágrimas, como sinal da bênção de Deus e de fecundidade, a dizer que aos sacerdotes que o seu ministério seria fecundo. E os que iam ser ordenados aceitaram essa graça como missionários e sacerdotes de Jesus, Eterno Sacerdote. Tudo isso fez parte do ambiente festivo e do grande acontecimento que foi aquela celebração eucarística: a ordenação sacerdotal dos nossos jovens, irmãos e diáconos César do Sacramento e Miguel Ribeiro Lino.

A celebração abriu com o cântico da procissão de entrada, às 9 horas, presidida pelo Dom Zacarias Kamwenho, arcebispo emérito da Arquidiocese do Lubango e concelebrada por quase 35 sacerdotes e alguns diáconos, repleta de um mar de gente, que, não obstante algumas gotas de chuva, cantava com alegria e contemplava, com grande fervor e piedade, o mistério que estava a acontecer.

Na hora da homilia, Dom Zacarias alertou aos ordenados para a importância do sacerdócio e da sua missão. Convidou-os estarem atentos, para não se deixarem devorar pelos lobos do comodismo, consumismo e vaidade, que, muitas vezes, ofuscam o brilho e o fulgor do verdadeiro Evangelho. Por isso, as periferias de que o Papa fala, devem ser o lugar onde os dois jovens ordenados deverão anunciar a alegria da Boa Nova. Incentivou-os a terem plena consciência e manterem sempre presente o duplo movimento de ir e de voltar. “Ide às periferias testemunhar Cristo Jesus, e não fiqueis, vós próprios, presos na periferia, deixando-vos devorar por ela”.

Tudo o que aconteceu nesse dia foi admirável aos olhos dos circunstantes. Como dizia o salmista: “Como agradecerei ao Senhor tudo quanto Ele nos deu?” A expressão desta alegria e admiração ficaram gravadas nas palavras de agradecimento dos neo-ordenados:

“Excelência Reverendíssima, Dom Zacarias Kamwenho, Arcebispo emérito  da arquidiocese do Lubango, Reverendo Padre Maurício Domingos, vigário geral da arquidiocese do Lubango, Reverendo Padre Simeão Kaita, vigário episcopal do Lubango, Reverendo Padre Miguel Gomes, superior da Delegação Dependente de Angola e de São Tomé e Príncipe dos  Missionários claretianos, Província portuguesa, reverendos Padres vindos dos vários pontos de Angola, bem como de São Tomé e Príncipe, reverendos Diáconos, reverendas irmãs religiosas, caros convidados, santo povo de Deus, minhas irmãs e meus irmãos.

Foi com grande alegria que aceitei dirigir a todos vós, em nome do Padre César Manuel Vaz Sacramento e no meu pessoal, as palavras de agradecimento, que temos vindo a acumular ao longo da nossa caminhada vocacional.

Primeiramente gostaríamos de lembrar todos aqueles que tiveram o desejo de presenciar este acto, mas que, por razões alheias à sua vontade, o não puderam fazer, bem como os que, por motivos de doença, não puderam fazer-se presentes.

A Deus, que nos chamou à primeira vocação, que é a vida, que nos alimentou e nos fortificou até aos dias de hoje; que nos chamou ao serviço dos nossos irmãos e irmãs; que nos fez vencer as tribulações e tantas outras vicissitudes ao longo da nossa caminhada, vão os nossos eternos agradecimentos que, não podemos expressar com palavras e sem ajuda do Salmista, que diz: “Como agradecerei ao Senhor por tudo quanto Ele me deu? Elevarei o cálice da salvação, invocando o nome do Senhor. Cumprirei as minhas promessas ao Senhor, na presença de todo povo, nos átrios da casa do Senhor…”

Ao nosso Excelentíssimo e Reverendíssimo Arcebispo, Dom Zacarias Kamwenho, pastor emérito desta Igreja local, que se dignou adiar todas as actividades pastorais deste dia para nos fazer integrar na ordem do sacerdócio de Cristo, segundo a ordem de Melquisedec, vão os nossos sinceros agradecimentos.

Aos Missionários claretianos, na pessoa do Padre Artur Manuel Teixeira, superior provincial de Portugal, que se dignaram receber-nos com paternal bondade na Congregação dos Filhos do Imaculado Coração de Maria e que, com muita dedicação, tornaram possível a presença de Sua Exª Rvma Dom Zacarias Kamwenho para nos integrar na ordem dos presbíteros da Igreja Una, Santa, Católica e Apostólica, vai a nossa gratidão.

Aos nossos formadores e professores, sejam eles religiosos ou diocesanos, que nunca se cansaram de nos instruir sobre a Sagrada Escritura e o mistério da Igreja como corpo de Cristo, e que nos mostraram Jesus no serviço da sua Palavra e na consagração do pão e do vinho, vai o nosso bem-haja!.

Agradecemos também às comunidades paroquiais de Nossa Senhora de Fátima e da Santa Maria Mãe de Deus, em São Tomé e Príncipe, bem como à da Imaculada Conceição, no Lubango, na pessoa dos seus respectivos párocos, Remualdo Vicente e Ezequiel Quintas Patesi, bem como Simeão Kaita, Jacinto Pio Wacussanga, Álvaro de Magalhães Teixeira e Silvestre Mweukufange, que nos apoiaram desde os primeiros passos vocacionais até aos dias de hoje, em que nos ordenamos sacerdotes de Jesus Cristo, segundo a graça de Deus, para sermos seus colaboradores na expansão do seu Reino e no serviço dos irmãos.

Aos nossos pais, aqui presentes, que sempre souberam respeitar as nossas opções fundamentais, escutando a voz de Deus; que nos viram partir de suas casas para o serviço do Senhor, mais do que um agradecimento vai a nossa oração: Senhor, aumentai a fé dos nossos pais, que permitiram que Te seguíssemos!

Aos agentes da liturgia, leitores, acólitos e, em particular, ao grupo coral que tornou possível, aqui e hoje, as encantadoras melodias que os judeus recusaram aos babilónicos, aquando do exílio. A todos, a manifestação da nossa gratidão.

Aos nossos familiares, amigos e benfeitores, ao pessoal da logística, à polícia nacional, aos escuteiros, ao protocolo, às Irmãs Coraçonistas, às Filhas de Jesus, às Teresianas e às Vitorianas, que tornaram possível a realizaçao deste grande evento com as suas orações e todo apoio prestado, vai o nosso muito obrigado.

Aos nossos confrades, aqui presentes, que, de maneira fraterna, nos foram ajudando a crescer no caminho da Vida Religiosa e, sobretudo, da Congregação, segundo o espírito de Santo António Maria Claret, sejam eles irmãos, diáconos ou sacerdotes, dedicamos um abraço caloroso e fraterno.

Aos nossos colegas de caminhada, nos cursos do Propedêutico, da Filosofia e da Teologia, um amplexo grato e amigo.

Ao Padre Custódio, que nos preparou um tempo de retiro sobre os decálogos do Sacerdote no mundo de hoje, a gratidão que nos vai na alma.

Ao Padre Moisés, que aceitou desde o primeiro momento a nossa solicitação para orientar e embelezar com as suas palavras esta celebração eucarística, o nosso louvor agradecido.

Para as nossas irmãs Alexandrina, Avelina, Bandeirinha, Diva, Jacinta Sacramento, Madalena Sacramento e Maria Sacramento, vindas de São Tomé e Príncipe, vai a nossa gratidão, sem esquecermos o Herlânder Sacramento.

Ao nosso estimado confrande e colega de caminhada, o Padre André Kalundoke Satchikuata, ordenado em Junho último na Sé Catedral do Lubango por sua Reverendíssima Dom Zacarias Kamwnho, aqui presente também, vai todo o nosso afecto, pese embora o facto de estar a trabalhar em Moçambique. Com São Paulo. repetimos: “Combatemos o bom combate, e nada mais nos resta senão recebermos a coroa que desde sempre nos foi reservada”: o dom do Sacerdócio.

Os padres César Sacramento e Miguel Ribeiro tornam-se assim o terceiro grupo de sacerdotes ordenados na paróquia da Imaculada Conceição, sendo os primeiros os padres Juliano Kandongo e Angelino Joanes, em 1994, seguindo-se o padre Vitorino Capusso, em 2002.

O padre Miguel Ribeiro, hoje ordenado, torna-se o primeiro sacerdote claretiano nascido na paróquia da Imaculada Conceição, começando a sua vida de seminarista, no Jau em 2001-2003, no tempo de Dom Zacarias Kamwenho, e sendo ordenado pelo mesmo Prelado, num período em que este completou 80 anos de vida e 40 de episcopado.

Não queriamos terminar, sem pedir a todos vós, aqui presentes, que continuem a rezar por nós, para que, hoje presbíteros, possamos servir o Senhor com dignidade e fidelidade. A todos o nosso muito obrigado!

Nesta celebração, tão recheada de pompa e de ritos e rica de significado, agradecemos a Deus, juntasmente com estes dois irmãos, o dom da vocação e do sacerdócio que lhes concedeu. São mais dois obreiros nesta grande seara do Senhor, onde os trabalhadores nunca sobram. Dai a urgente necessidade de sempre solicitarmos ao Senhor mais vocações religiosas e sacerdotais. E que continue a suscitar nas familias este dom, que é vocação, fazendo surgir cada vez mais jovens que se inspirem em Santo António Maria Claret, para viver a estilo dos apóstolos, forjados no Coração Imaculado de Maria, nossa Mãe, Mestra e Madrinha, nossa Padroeira, Intercessora e Mãe dos sacerdotes. Confiamos assim à sua protecção estes dois irmãos recém-ordenados.

P. Ezequiel Quintas, cmf

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